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Vacina de Oxford: Voluntário morre de Covid-19 no Brasil

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A vacina de oxford pode ter sido responsável pela morte de um voluntário brasileiro que participava das pesquisas.

Desenvolvida pela universidade em parceria com a AstraZeneca, faleceu na última quinta-feira (15) em decorrência de compicações da Covid-19.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária foi formalmente informada hoje (21) sobre a ocorrência.

O laboratório ainda não informou se a vítima, um homem de 28 anos, fazia parte do grupo que tomou a vacina ou se recebeu placebo. Segundo informações do Globo, o caso está sob avaliação e o comitê sugeriu prosseguimento dos estudos com a vacina.

Em nota, a Anvisa informou que “com base nos compromissos de confidencialidade ética previstos no protocolo, as agências reguladoras envolvidas recebem dados parciais referentes à investigação realizada por esse comitê, que sugeriu pelo prosseguimento do estudo. Assim, o processo permanece em avaliação”.

O instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, responsávl pelos testes no Rio de Janeiro, informou que “todas as condições médicas registradas foram cuidadosamente avaliadas pelo comitê independente de segurança, pelas equipes de investigadores e autoridades regulatórias locais e internacionais. A análise rigorosa dos dados colhidos até o momento não trouxe qualquer dúvida com relação à segurança do estudo, recomenda-se sua continuidade”.

Um voluntário brasileiro que participava das pesquisas para a vacina de Oxford, desenvolvida pela universidade em parceria com a AstraZeneca, faleceu na última quinta-feira (15) em decorrência de compicações da Covid-19. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária foi formalmente informada hoje (21) sobre a ocorrência.

O laboratório ainda não informou se a vítima, um homem de 28 anos, fazia parte do grupo que tomou a vacina ou se recebeu placebo. Segundo informações do Globo, o caso está sob avaliação e o comitê sugeriu prosseguimento dos estudos com a vacina.

Em nota, a Anvisa informou que “com base nos compromissos de confidencialidade ética previstos no protocolo, as agências reguladoras envolvidas recebem dados parciais referentes à investigação realizada por esse comitê, que sugeriu pelo prosseguimento do estudo. Assim, o processo permanece em avaliação”.

O instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, responsávl pelos testes no Rio de Janeiro, informou que “todas as condições médicas registradas foram cuidadosamente avaliadas pelo comitê independente de segurança, pelas equipes de investigadores e autoridades regulatórias locais e internacionais. A análise rigorosa dos dados colhidos até o momento não trouxe qualquer dúvida com relação à segurança do estudo, recomenda-se sua continuidade”.

No Brasil, até o momento, cerca de 8 mil voluntários já receberam doses da vacina oxford contra Covid-19, considerada uma das mais avançadas nas fases de teste.

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