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O número de mortos nos incêndios florestais que castigam a Grécia subiu para 82 na quinta-feira (26). Equipes de resgate buscam pessoas desaparecidas e o número de mortos deve aumentar.  Mais de 30 corpos ainda não foram identificados, segundo a rede pública ERT.

Os demais estão sendo analisados por legistas, que esperam concluir esta tarefa no sábado, por meio de exames de DNA, explicou à agência grega ANA o chefe da equipe forense de Atenas, Nikos Karakoukis.

Um dos forenses lembrou à agência AFP que os incêndios tiveram um “impacto enorme, com muitos corpos queimados, o que dificultou o reconhecimento”. “Mais de 15 incêndios começaram de forma simultânea em três frentes perto de Atenas e Mati”, explicou o porta-voz do governo grego, Dimitris Tzanakpoulos.

Além disso, as altas temperaturas registradas na região, somadas a correntes de vento de até 100 quilômetros por hora, foram chaves para a expansão do fogo, segundo autoridades locais.

O Ministério da Infraestrutura anunciou que cerca de metade das quase 2.500 casas vistoriadas está tão danificada que não é mais habitável, de acordo com estudos realizados na cidade afetada de Mati. Funcionários do Ministério caminharam pelas ruas desta cidade na costa leste de Attica, marcando as casas com “cores diferentes, dependendo de seu estado, e aquelas que podem ser reconstruídas”, explicou Sia, um dos funcionários ministeriais.

Em contrapartida, a viúva do cineasta Theo Angelopoulos relatou que os “arquivos pessoais” de seu marido foram queimados durante o incêndio que devastou a casa da família.

Associações locais têm ajudado os sobreviventes, fornecendo-lhes roupas, comida e alojamento nas localidades vizinhas.

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