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Neonazista se entrega a Jesus, após ser evangelizado por cristã negra

Um lutador profissional que se tornou um líder neonazista travou também uma luta interior com Deus e após este embate encontrou o perdão de Cristo, se rendendo a Ele.

Keith “Duke” Schneider, também conhecido como “Pitbull”, destacou-se como lutador profissional, enfrentando alguns de seus oponentes mais difíceis sem pensar duas vezes.

Sua carreira no wrestling começou na James Madison High School, onde ele conquistou o primeiro lugar no wrestling dos meio-pesados.

Ele logo descobriu que os anos de abuso físico que sofreu nas mãos de sua mãe bipolar e da irmã mais velha produziram uma alta tolerância à dor.

Duke relembra os espancamentos que sofreu na infância e como encontrou uma maneira de “escapar” de seus traumas, assistindo a documentários nazistas.

“Eles eram fortes”, disse ele a imagem que formou dos jovens nazistas.

 

“Ninguém nunca iria me machucar novamente”

Ele sobreviveu ao terrível abuso mantendo um pensamento em mente – que um dia ele seria forte o suficiente para que ninguém pudesse machucá-lo.

Duke disse à CBN News que seu corpo “tornou-se tão difícil de combater” por causa do abuso infantil que os golpes que ele levava no ringue “não incomodavam nem um pouco”.

“E toda vez que eu era atingido, repetia para mim mesmo que ninguém nunca iria me machucar fisicamente de novo”, explicou ele.

O ‘brigão do Brooklyn’ se lembra de uma luta contra um oponente formidável, chamado de ‘O Fabuloso Fire Hawk’, que deslocou seu nariz duas vezes no primeiro round.

A maioria dos lutadores pediria um tempo naquele momento, mas não Schneider. Ele colocou o seu farejador e depois venceu a partida, quase quebrando a perna do seu antagonista de 147 Kg.

Duke disse que apesar da dura luta, os dois se tornaram grandes amigos, observando que, naquela época, havia um ar de civilidade nos ringues do wrestling.

“Não há maior respeito e nem maior camaradagem do que entre dois homens dispostos a enfrentar tudo o que têm”, diz Duke à CBN News.

Depois de se aposentar dos ringues, Duke entrou no negócio de segurança pessoal. Foi então que ele foi contratado por uma mulher afro-americana chamada Catherine Boone, que estava fugindo de um relacionamento abusivo. Apesar de sua ideologia nazista, Duke precisava do dinheiro e não recusou a proposta de emprego.

Logo Duke mudou sua cliente, Catherine, para um quarto em sua casa, onde ele forneceu proteção para ela.

A foto antiga, em preto e branco, mostra Duke Schneider em seus tempos de lutador e adepto do neonazismo. (Imagem: CBN News)

Uma obsessão com o nazismo

Um dia, no entanto, Catherine foi atacada por skinheads enquanto voltava para casa. O incidente deu a Duke a ideia de se infiltrar no grupo.

Logo o lutador aposentado encontrou um novo lar para seu conjunto particular de habilidades entre os membros do ‘Movimento Nacional Socialista’.

A ideia original de Duke era se infiltrar no grupo, mas em vez disso ele logo descobriu que o movimento mexeu com seu longo fascínio pelo nazismo.

Em pouco tempo, seu fascínio doentio tornou-se uma obsessão.

De 2005 a 2012, Schneider atuou como líder e estrategista do movimento, mas o tempo todo ele tinha um pequeno segredo vivendo em sua própria casa – Catherine Boone.

A amiga, que ele uma vez levara para sua casa por segurança, tornou-se sua protetora espiritual. Embora Duke fosse um incrédulo, Catherine era uma cristã devota, que tinha o costume de orar, em uma linha direta para o céu.

Enquanto Duke estava fora nos comícios nazistas nacionais, que muitas vezes se tornavam violentos, Catherine estava em casa, pedindo a segurança de Jesus para ele.

Ela tinha bons motivos para se preocupar.

De acordo com Duke, uma vez ele estava em Los Angeles para um comício, quando soube que a notória gangue MS13 estava planejando atirar em seu comandante, Jeff Schoep.

Esse tipo de perigo iminente faria a maioria dos homens fugir, mas não Duke. Em vez disso, ele assumiu a liderança no comício e disse aos seus homens: “O atirador terá que me matar primeiro!”.

Com centenas de homens sob seu comando, Duke estava totalmente comprometido com a causa em mente e corpo.

Um diagnóstico sombrio

Enquanto isso, no Brooklyn, Catherine muitas vezes colocava as fotos de Duke na cama, clamando pelo poder e proteção de Deus em para o homem.

Deus ouviu suas orações e respondeu de uma maneira muito distinta. Um dia, durante um check-up de rotina de seu médico, Duke recebeu um diagnóstico inesperado.

O ‘homem de aço que não sentia dor no ringue’, o homem que quebrou vários ossos e era conhecido por sua tenacidade, se desmontou ao som de uma palavra: câncer.

Os médicos encontraram um tumor de 8 centímetros na garganta de Duke e alertaram que ele estava repleto de células cancerígenas.

O medo de morrer de câncer de tireóide fez com que esse cara durão “começasse a suar frio”, segundo ele contou.

Naquela noite, ele disse a Catherine que ia morrer, mas ela disse que não. Ela estava convencida de que Deus iria curá-lo.

Ela pediu-lhe para se encontrar com seu pastor e surpreendentemente ele concordou.

Em um momento divino, o pastor Michael Beck ministrou a duquem dizendo que ele precisava renunciar ao nazismo e aceitar a Cristo.

Duke Schneider e sua esposa Katherine hoje testemunham as transformações que são frutos de sua caminhada com Cristo. (Foto: New York Times)

Duque responde ao chamado divino para a salvação

Duke, que era totalmente avesso à igreja e veio de uma casa onde a única vez em que “o nome de Deus foi mencionado foi em vão”, respondeu ao chamado para a salvação.

Em poucos dias, ele estava em pé diante dos membros da igreja ‘Casa de Oração’, confessando seus pecados e declarando publicamente a Jesus como Senhor.

A congregação cheia de fé se alegrou e os anciãos impuseram as mãos sobre ele, acreditando que Deus o curaria do câncer.

Segundo Duke, os médicos removeram o tumor apenas para relatar que ele era milagrosamente benigno e que não havia sinais de câncer em nenhum outro lugar de seu corpo.

Além disso, o médico disse que não precisava de quimioterapia ou tratamento com radiação.

“Eu sei que foi o milagre de Deus que fez isso”, disse Duke.

Dias depois de sua cirurgia, Duke, agora é um novo homem com uma segunda chance na vida, casou-se com Catherine.

O homem que foi criado no que ele hoje aponta como um lar “sem Deus” com pais “que negavam a existência de qualquer deus”, agora tinha um relacionamento pessoal com o Deus verdadeiro.

Renunciando ao nazismo

O próximo passo em sua nova vida foi sair de seu grupo neonazista.

Ele chamou o comandante, o homem por quem há pouco tempo ele estava disposto a morrer, para renunciar oficialmente à sua afiliação.

Quando foi questionado sobre o motivo por trás de sua saída repentina, Duke respondeu que ele foi milagrosamente curado de um câncer, que estava se casando com uma mulher negra e, além disso, entregou sua alma ao Senhor Jesus Cristo.

Hoje, Duke usa suas habilidades para proteger os grupos que ele uma vez atacou. Duke disse à CBN News que viu como uma forma de “restituição espiritual” patrulhar os terrenos das sinagogas, mantendo-os a salvo de vândalos antissemitas.

O ex-neonazista acha que a maioria das pessoas que estão interessadas no estilo de vida nazista vêm de lares disfuncionais, exatamente como aquele em que ele cresceu.

Ele diz que essas almas rebeldes estão “simplesmente procurando alguém que as escute quando falarem”.

Agora, esse ex-neonazista diz que “aconselha qualquer um que tenha interesse em se tornar um nazista a buscar primeiro a Jesus Cristo”.

Duke substituiu a “Mein Kempf” — famosa obra escrita de Hitler na prisão e que inspirou o nazismo — pelas Escrituras Sagradas e ele diz: “Há muito tempo que renunciei ao nazismo e agora vivo para o serviço de Deus”.

 



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