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Muitos muçulmanos estão se voltando para Cristo em meio ao caos na Síria




Muitos muçulmanos estão se voltando para Cristo em meio ao caos na Síria

<span style="font-weight: 400">Muitos mu&ccedil;ulmanos est&atilde;o se voltando para Jesus Cristo depois de escaparem do caos na </span><span style="color: #800000"><a style="color: #800000" href="https://guiame.com.br/gospel/missoes-acao-social/mais-de-mil-criancas-foram-mortas-na-siria-so-em-2018.html"><strong>S&iacute;ria</strong></a></span><span style="font-weight: 400">, de acordo com a organiza&ccedil;&atilde;o Christian Aid Mission, que apoia refugiados s&iacute;rios no L&iacute;bano.</span>

“Apesar da miséria enfrentada pelas comunidades de refugiados, ainda vemos alegria em seus olhos quando falamos com eles sobre o amor de Deus, compartilhamos as boas novas e lemos a Bíblia juntos”, disse o diretor da organização, que não teve a identidade revelada.

“Ao experimentarem a cura e a liberdade através de Cristo, eles percebem que têm valor aos olhos do Senhor, que são especiais e que Jesus os ama infinitamente”, o diretor acrescenta.

Uma mulher identificada como Jana fugiu da Síria com o marido e os cinco filhos, depois que sua comunidade em Aleppo foi atingida por um bombardeio. Como milhões de outros sírios, eles fugiram para o Líbano e se depararam com muitas dificuldades, como a falta de emprego e abrigo.

As crianças também enfrentaram discriminação na escola por causa do “cansaço” dos libaneses pelo afluxo de refugiados. Até que uma reunião de oração deu uma nova perspectiva de vida à Jana.

“Eu costumava sofrer com depressão, mas o amor e a paz de Jesus em meu coração e minha casa me curaram. Eu gostaria de poder ficar na igreja dia e noite, porque sinto paz quando estou lá. Quero que minha família seja batizada logo”, disse ela.

Segundo o diretor do ministério, uma das principais dificuldades para os refugiados tem sido o fim do auxílio-alimentação pelas Nações Unidas em 2017, fazendo com que mais de 40% das famílias perdessem sua principal fonte de alimentos.

“A vida é especialmente difícil para as viúvas. Elas são forçadas a ir de uma organização a outra, implorando por comida para alimentar seus filhos, mesmo sofrendo grande humilhação no contexto cultural”, conta o diretor. “Essas crianças, que passaram por um reassentamento traumático, continuam inseguras”.

No ano passado, o Líbano hospedava pelo menos 1,5 milhão de refugiados sírios, representando quase um quarto da população total do país.

No relatório do Plano de Resposta às Crises, o Líbano informou que precisa de US$ 2,8 bilhões para enfrentar os desafios do acolhimento aos refugiados, o que está colocando uma grande pressão sobre a economia do país.





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