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O hotel SLS em Miami Beach – localizado próximo no número 1701 da Collins Avenue – foi condenado a pagar $2.5 milhões a lavadores de pratos haitianos, que entraram com processo na Justiça alegando discriminação por raça e nacionalidade. Os ex-funcionários afirmam no processo que foram tratados como ‘escravos’.

Na segunda-feira (30) o U.S. Equal Employment Opportunity Commission (EEOC) informou que o SLS vai pagar a indenização para 17 trabalhadores haitianos que entraram com processo na Justiça em abril de 2017.

O grupo de haitianos alegou que foi dispensado do emprego por causa de sua nacionalidade e raça e que o supervisor os tratava e os chamava de ‘escravos’. Eles argumentam, ainda, que eram criticados por falar o crioulo, língua de origem do país, e que funcionários que falavam espanhol não eram discriminados. O hotel de luxo é operado pelo grupo SBE Entertainment Group baseado em Los Angeles.

O acordo prevê que o hotel dê treinamento para o pessoal de recursos humanos, supervisores e gerentes. Além disso, O EEOC vai fiscalizar todas as demissões dos hotéis da companhia.

“EEOC vai continuar a proteger os trabalhadores da indústria da hotelaria, incluindo a comunidade de haitianos, que é uma força de trabalho importante no Sul da Flórida”, afirma Michael Farrell, diretor do EEOC.

O chefe geral do hotel, James Greeley, disse que a empresa nega o tratamento dispensado aos funcionários, mas aceitou o acordo para que tantos os ex-funcionários quanto o hotel possam seguir em frente. (Com informações do Sunsentinel).

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