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Crianças de seis anos são usadas para promover ideologia de gênero nas escolas da Escócia

O n&uacute;mero de crian&ccedil;as, algumas com apenas seis anos, encaminhadas sob a orienta&ccedil;&atilde;o de promover a <span style="color: #993300"><strong><a style="color: #993300" href="https://guiame.com.br/gospel/familia/ideologia-de-genero-eleva-em-1000-o-numero-de-criancas-em-tratamento-no-reino-unido.html">ideologia de g&ecirc;nero</a></strong></span> nas escolas, depois que elas expressam confus&atilde;o sobre sua "identidade de g&ecirc;nero", atingiu um recorde na Esc&oacute;cia, de acordo com um relat&oacute;rio.

Cerca de 222 crianças foram encaminhadas para serviços especializados no ano passado para tratamento de disforia de gênero, com um aumento de 21% desde o ano anterior, segundo o The Christian Institute, que afirma que um relatório da Scottish Public Health Network revela que crianças a partir dos seis anos foram encaminhadas.

A idade média dos que são encaminhados também caiu de 15 anos em 2014 para menos de 14 anos em 2017, segundo o Instituto.

Apoio do governo

O guia distribuído nas escolas, cuja capa tem o logotipo do governo escocês, recomenda que as escolas apoiem as crianças a “explorar e expressar sua identidade, independentemente de sua idade”, e se absterem de informar aos pais se seus filhos estão dividindo o quarto com alunos transexuais nos alojamentos dos colégios internos.

O governo afirmou recentemente que não “endossou formalmente” esse guia. A organização ‘LGBT Youth Scotland’, que está por trás do documento, também afirmou que “a inclusão de logotipo do governo na lista de organizações que endossam a orientação foi um erro”.

“Ou o governo escocês está sendo ingênuo ou está seriamente confuso. De qualquer maneira, eles se meteram em uma confusão”, disse Ciarán Kelly, vice-diretor do instituto. “Este guia chocante afirma claramente em preto e branco que é endossado pelo governo escocês. Quando foi lançado em novembro do ano passado, foi amplamente divulgado pela mídia que o governo escocês endossava o material”.

O Instituto disse ainda que, embora o sistema de saúde financiado pelo país tenha admitido que a grande maioria das crianças que expressam confusão sobre sua sexualidade cresce com a idade, o governo quer reduzir a idade mínima para obter uma “mudança de sexo” baixe de 18 a 16.

Igreja da Escócia

Em março, a Igreja da Escócia publicou um livreto de 30 páginas intitulado “Identidades Diversas de Gênero e Cuidados Pastorais”, que mostrava histórias de “cristãos transgêneros” ou não-binários, insistindo que não estava fazendo uma declaração teológica sobre o assunto.

A igreja explicou em um comunicado de imprensa que o livreto deveria ser um recurso para ajudar as congregações a serem mais sensíveis às necessidades da comunidade.

No ano passado, a Igreja da Escócia emitiu um pedido de desculpas pelo que diz ser discriminação histórica contra lésbicas e gays, mas mantém em seu site que a definição de casamento é entre um homem e uma mulher e, portanto, não a união entre pessoas do mesmo sexo.

No Reino Unido, meninas de até 11 anos estão sendo submetidas ao uso de bloqueadores de puberdade e tratamento hormonal, de acordo com um psicólogo da única clínica do país para crianças que buscam mudar seu gênero.

Bernadette Wren, consultora de psicologia clínica na clínica ‘Gender Identity Development Service’, em Londres, alertou no início do ano que as escolas agem “em questão de minutos” para registrar uma criança como o sexo oposto.

“As escolas podem esperar que os pais se aproximem deles antes de mudar coisas como nomes no registro, uniformes, pronomes, banheiros, esportes”, disse ela na época. “Se uma escola só tem um sussurro de uma criança que pode estar questionando seu gênero e em poucos minutos ela está fazendo de tudo para ter certeza de que a criança é considerada membro do sexo oposto desde o início – isso pode não ser o melhor para essa criança”.



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