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Carolina do Sul tem pena de morte aprovada por fuzilamento e cadeira elétrica pelo senado

Pena de morte

O senado norte-americano da Carolina do Sul aprovou, na última terça-feira (2), um projeto de lei que permite a pena de morte por fuzilamento e cadeiras elétricas. A aprovação se deu por 32 votos a favor e 11 contra.

O próximo passo agora é ser aprovado na Câmara dos Representantes. E, sendo aprovado na Câmara, será sancionado pelo governador Henry McMaster.

O projeto, iniciado pelos republicanos, tinha como intuito em um primeiro momento somente a volta da cadeira elétrica como opção para os presos já condenados. Esse recurso aconteceria somente se as injeções letais não estivessem disponíveis.

Já em um segundo momento, durante os debates do projeto de lei, o senador democrata Dick Harpootlian sugeriu a introdução da opção de fuzilamento. De acordo com o senador democrata, seria “mais humano do que a cadeira elétrica”.

A lei foi proposta devido a dificuldade na obtenção de drogas letais para serem aplicadas nesses casos de condenação à morte.

Segundo os senadores americanos, o projeto de lei não é sobre endurecer as penas aplicadas no Estado, mas uma tentativa de tentar forçar o governo federal para disponibilizar as drogas da injeção letal com menos burocracia.

Atualmente, a Carolina do Sul é um dos poucos estados que aceitam a pena de morte nos EUA, possuindo 37 pessoas na fila para execução. O Estado já não aplica a sentença de morte há 10 anos.

O próximo passo agora é ser aprovado na Câmara dos Representantes. E, sendo aprovado na Câmara, será sancionado pelo governador Henry McMaster.

Terça Livre / Zip Gopsel

O projeto, iniciado pelos republicanos, tinha como intuito em um primeiro momento somente a volta da cadeira elétrica como opção para os presos já condenados. Esse recurso aconteceria somente se as injeções letais não estivessem disponíveis.

Já em um segundo momento, durante os debates do projeto de lei, o senador democrata Dick Harpootlian sugeriu a introdução da opção de fuzilamento. De acordo com o senador democrata, seria “mais humano do que a cadeira elétrica”.

A lei foi proposta devido a dificuldade na obtenção de drogas letais para serem aplicadas nesses casos de condenação à morte.

Segundo os senadores americanos, o projeto de lei não é sobre endurecer as penas aplicadas no Estado, mas uma tentativa de tentar forçar o governo federal para disponibilizar as drogas da injeção letal com menos burocracia.

Atualmente, a Carolina do Sul é um dos poucos estados que aceitam a pena de morte nos EUA, possuindo 37 pessoas na fila para execução. O Estado já não aplica a sentença de morte há 10 anos.

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