Vídeo flagrante mostra clínica de aborto apoiando a prostituição infantil; assista

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Vídeo flagrante mostra clínica de aborto apoiando a prostituição infantil; assista

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A organização pró-vida ‘Live Action’ lançou dois novos vídeos flagrantes que mostram funcionários da ‘Planned Parenthood’ – a maior provedora de abortos dos EUA – em clínicas de vários estados fechando os olhos para alegações de estupro e até mesmo aconselhando donos de casas de prostituição sobre como fazer abortos em prostitutas menores de idade sem precisarem ser denunciados por isso.
 
Juntamente com o novo relatório investigativo da Live Action “Ajudando os abusadores: Cobertura do abuso sexual infantil por parte da Planned Parenthood”, o proeminente grupo de defesa pró-vida liderado por Lila Rose produziu dois vídeos de compilação na terça-feira que apresentam em primeira mão, conversas de investigadores disfarçados com funcionários das clínicas.
 
Os vídeos destacam a investigação de tráfico sexual, que ocorreu em 2011, e também o acobertamento da ONG abortista sobre o abuso sexual infantil. Em ambos os casos – tanto para as menores de idade que se prostituiram, como para as que foram abusadas – funcionários da Planned Parenthood afirmaram que poderiam realizar os abortos sem o consentimento dos pais dessas meninas.
 
A Live Action alega que a investigação secreta de tráfico sexual descobriu que oito funcionários diferentes em sete instalações diferentes e em diferentes estados “demonstraram disposição em ajudar os traficantes de meninas”.
 
Enquanto isso, a investigação estatutária de violação da organização encontrou oito instalações da Planned Parenthood em seis estados diferentes que estavam dispostas a encobrir o abuso sexual de menores.
 
No vídeo sobre o tráfico sexual, os investigadores disfarçados se apresentaram como cafetões e prostitutas e questionaram funcionários em várias clínicas sobre como poderiam fazer um aborto em meninas menores de idade que trabalhavam para eles.
 
Em todos os casos mostrados no vídeo, os investigadores disfarçados disseram explicitamente aos funcionários da clínica que estavam envolvidos no “trabalho sexual” e que tinham meninas que trabalhavam para eles, meninas com idades entre os 14 e 15 anos.
 
“Menores são sempre aceitas sem o consentimento dos pais. Só que você precisa tomar cuidado. Se são menores de idade, somos obrigados… se ficarmos sabendo de algo… temos que reportar sendo de 14 anos ou mais jovem”, disse a funcionária. “Quando fazem 15 anos há mais flexibilidade. Desde que elas mintam, dizendo: ‘Ah, 15, 16 anos’, mas não digam que têm 14 e desde que a diferença de idade não seja muita. A gente se faz de idiota”.
 
Como se não bastasse isso, o investigador disfarçado ainda pergunta sobre a possibilidade de fazer o aborto em uma menina de 14 anos ou menos. Sabendo que está agindo na ilegalidade, a funcionária explica o procedimento criminoso.
 
“Se tiverem 14 anos ou menos, mande-as para esse lugar se precisarem abortar”, disse ela, depois de anotar um endereço em uma folha de papel.





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