Seis brasileiros são presos escondidos em caminhão tentando atravessar a fronteira

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Agentes do U.S. Customs and Border Protection – CBP –prenderam seis brasileiros que estavam escondidos na cabine de um caminhão em um posto de controle de imigração em Laredo, no Texas.

De acordo com as informações do CBP, os agentes suspeitaram do motorista de um veículo de 18 rodas durante o interrogatório. Eles, então, encaminharam o motorista, que é cidadão americano, , para uma estação de inspeção secundária para uma entrevista e averiguação mais profunda.

Durante a inspeção secundária, os policiais encontraram seis imigrantes indocumentados escondidos na cabine do caminhão, conforme relatório dos oficiais. Outros questionamentos revelaram que todos os seis migrantes eram do Brasil e tentavam entrar no país ilegalmente.

“O criminoso não respeita a segurança do nosso país. Essas pessoas poderiam facilmente ser terroristas entrando para causar danos a nossa comunidade”, disse o chefe dos agentes de patrulha do setor de Laredo, Gabriel Acosta, em uma declaração por escrito. “A Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos está comprometida em interromper e desmantelar essas organizações”.

Os agentes transferiram os seis brasileiros para do Departamento de Segurança Interna para mais investigações.

Oficiais da Patrulha de Fronteira disseram que contrabandistas humanos colocam imigrantes em situações perigosas, trancando-os na parte de trás de reboques, caminhões de carga e até mesmo embaixo de carros. Autoridades dos Setores do Vale do Rio Grande e Laredo lançaram a Operação Big Rig para tentar combater o contrabando de pessoas em situações perigosas e até mortais.

Mexicanos presos

Em outro lugar do setor Laredo, agentes prenderam oito mexicanos que tentavam se esconder embaixo da carroceria de uma caminhonete. Os agentes prenderam o motorista, um cidadão dos EUA, depois que ele tentou fugir a pé.

Os cidadãos mexicanos devem ser entregues aos promotores por violações de imigração.

“O flagrante de desrespeito pela vida humana não será tolerado”, disse o chefe Acosta. “Continuaremos a trabalhar com nossos parceiros na aplicação da lei para interromper e desmantelar essas organizações e processar os responsáveis”.



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