Pessoas que oram com frequência dormem melhor, diz pesquisa

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Pessoas que oram com frequência dormem melhor, diz pesquisa

<span style="font-weight: 400">Um novo estudo da Universidade do Texas em San Antonio descobriu que pessoas que frequentam cultos e mant&eacute;m o costume de orar tendem a dormir melhor do que menos religiosos.</span>

Dados de uma recente pesquisa nacional com adultos americanos mostram que a frequência religiosa (ida aos cultos) e a frequência de oração estão positivamente associadas à qualidade geral do sono, de acordo com o estudo publicado na revista Sleep Health.

O estudo reconhece que a religião pode “diminuir o sofrimento psicológico, o abuso de substâncias e a exposição ao estresse, que estão todos associados aos desfechos do sono”.

“Esta pesquisa é relativamente inexplorada, território que nos permite compreender melhor a maneira pela qual a religião e a espiritualidade afetam a saúde de uma pessoa e sua qualidade de vida”, diz Christopher Ellison do Departamento de Sociologia da UTSA.

Ele trabalhou com Terrence D. Hill, professor de sociologia na Universidade do Arizona, e Reed T. Deangelis, um ex-aluno da UTSA e um estudante de doutorado na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, para a pesquisa.

Segundo a UTSA, “Ellison acredita que os dados sugerem que o envolvimento religioso de uma pessoa beneficia sua saúde mental reduzindo o estresse, promovendo engajamento social e apoio de outros membros da igreja, fornecendo recursos psicológicos (esperança, otimismo, senso de significado) e promovendo estilos de vida mais saudáveis”.

Outros benefícios

Há muitos outros benefícios em frequentar a igreja, como estudos anteriores mostraram. Por exemplo, os casais que frequentam os cultos juntos têm maior probabilidade de viver mais, têm menor probabilidade de depressão e menor probabilidade de se divorciarem, segundo um estudo intitulado “Religião e Saúde: Uma Síntese”, conduzido por Tyler J. VanderWeele, professor de epidemiologia na Harvard School of Public Health, em 2016.

Casais que frequentam cultos têm 30% a 50% menos probabilidade de se divorciar do que aqueles que não o fazem, afirmou o estudo, acrescentando que esses casais também têm 30% menos chances de depressão e, após 16 anos de acompanhamento demonstraram ter um risco significativamente menor de morrer.

Outro estudo, publicado no JAMA Psychiatry no mesmo ano, descobriu que as mulheres americanas que frequentam culto na igreja uma vez por semana ou mais têm cinco vezes menos probabilidade de cometer suicídio do que aquelas que nunca vão.

Na conclusão, os autores escreveram: “Nossos resultados não implicam que os prestadores de saúde devam prescrever frequência a cultos. No entanto, para pacientes que já são religiosos, o atendimento pode ser incentivado como uma forma de participação social significativa. Religião e espiritualidade pode ser um recurso subestimado que psiquiatras e médicos poderiam explorar com seus pacientes, conforme o caso”.





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