Netflix apresenta drag queens como 'heroínas' em sua primeira animação brasileira

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Netflix apresenta drag queens como 'heroínas' em sua primeira animação brasileira

<span style="font-weight: 400">A Netflix anunciou no dia 31 de maio uma novidade um tanto inusitada. Se trata de &ldquo;Super Drags&rdquo;, a primeira anima&ccedil;&atilde;o brasileira a ser produzida pela gigante do streaming. O desenho apresenta super-her&oacute;is como drag queens.</span>

Chris Sanagustin, diretora de conteúdo original internacional da Netflix disse: “Estamos entusiasmados que a nossa primeira animação brasileira vai apresentar aos nossos espectadores o mundo ousado, escandaloso e fabuloso de Super Drags”.

Ela ainda salientou: “A Netflix tem a sorte de investir em grandes talentos de animação do Brasil, trazendo a traço vibrante da Combo e o humor ácido de nossos produtores para as belas e as telas de todos os cantos”.

Outra animação anunciada recentemente foi “Drag Tots!”. Com um trailer lançado pela World of Wonder, em maio, o projeto será lançado no dia 28 de junho, apresentando o modelo transgênero RuPaul, conhecido pelo seriado adulto RuPaul’s Drag Race.

“Em um mundo à beira do caos, onde o medo é o domínio da terra, as vozes de uma geração se uniram para dar ao nosso planeta o que ele precisa. Bebês Drag Queens” proclama a prévia no YouTube.

Em um post no site do The American Conservative, o autor cristão Rod Dreher descreveu esses programas como algo que “reforça a pederastia”. Ele diz: “A Netflix está transformando drag queens em super-heróis animados, e o serviço de streaming de RuPaul está transformando drag queens em super-heróis”, alertou.

“Você pode pensar – eu certamente espero que você pense – que seu filho não será exposto a essa imundície. A coisa é, seu filho, e todos nós, temos que viver em um mundo em que isso é normal, e em que a cultura popular acha que vestir meninos como mulheres sexualmente provocantes não é apenas permitido, mas um sinal de progresso cultural”, acrescentou.

A animação “Drag Tots!” apresenta bebês drag queens. (Foto: Reprodução).

O autor apontou para outros esforços, como o “Drag Queen Story Hours”, que foi realizado em bibliotecas em toda a América. Eles foram adaptados por outros países também, incluindo o Reino Unido, com ativistas defendendo a ideia de drag queens lendo para crianças.

Dreher apontou para seu livro, “The Benedict Option”, que convida os cristãos a se retirarem da “cultura decadente”. Ele também pediu aos crentes que “construam a nós mesmos, ensinem aqueles que estão dispostos a serem ensinados e depois construam nossas versões, às quais os cristãos que lutam no mundo podem confiar para formar seus próprios filhos”.

A autora Amelia Hamilton advertiu que, mesmo que as crianças sejam expostas a travestis, o objetivo é introduzir novas ideias e abrir suas mentes. “Está claro que os eventos se distorcem em uma direção política particular”.

“Como autora de dois livros infantis patrióticos (e apolíticos), posso atestar o fato de que a esquerda é altamente suspeita de expor crianças a qualquer coisa que possa ser considerada conservadora”, disse Hamilton na época.

“A carta de ódio que recebi por livros educativos sobre a fundação dos Estados Unidos provou que os liberais estavam extremamente desconfortáveis ​​com o patriotismo, que eles consideram político. Por que ensinar fatos às crianças quando eles podem aprender pontos de discussão de esquerda?”





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