Não devemos fazer afirmações escatológicas sobre o reconhecimento de Jerusalém, diz pastor

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Não devemos fazer afirmações escatológicas sobre o reconhecimento de Jerusalém, diz pastor

<span style="font-weight: 400">Diante do reconhecimento de <span style="color: #800000"><a style="color: #800000" href="https://guiame.com.br/gospel/israel/eua-reconhece-oficialmente-jerusalem-como-capital-de-israel.html"><strong>Jerusal&eacute;m como capital de Israel</strong></a></span> pelo presidente americano Donald Trump, muitas quest&otilde;es t&ecirc;m sido levantadas &mdash; uma delas &eacute; se a decis&atilde;o &eacute; resultado de um cumprimento das profecias b&iacute;blicas a respeito do fim dos tempos.</span>

Segundo o teólogo e hebraísta brasileiro Luiz Sayão, é um pouco cedo para “fazer afirmações escatológicas diante do reconhecimento dos EUA de Jerusalém”, conforme um texto publicado em seu Instagram na última quarta-feira (13).

“Trata-se de um país aliado de Israel que formalizou uma realidade de 50 anos. Creio que Deus ama judeus e árabes. Mas, defendo o direito de Israel existir e me oponho ao terrorismo jihadista. O mundo muçulmano deve reconhecer Israel para que haja paz”, explica o pastor.

Nos últimos anos, Sayão tem realizado diversas viagens para Israel com grupos que têm o desejo de se aprofundar no conhecimento bíblico, histórico e arqueológico nas terras bíblicas. Em sua publicação, ele enumerou 8 motivos para os cristãos apoiarem a Terra Santa:

1. Os judeus massacrados em um genocídio na Europa há duas gerações não possuem lugar seguro no mundo onde podem refugiar-se.

2. Os judeus estão, em sua maioria, dispostos a negociar com árabes para uma solução pacífica no Oriente Médio.

3. A terra de Israel possui os lugares mais importantes da fé monoteísta. Com o Estado de Israel, esses lugares são respeitados e abertos a todos, sem discriminação.

4. Israel é uma democracia, com liberdade para árabes muçulmanos, minorias cristãs (árabes, gregos, armênios, etc), caucasianos, drusos e africanos refugiados.

5. Israel é uma flor de cultura no Oriente Médio. Educação, ciência, progresso e desenvolvimento são palavras de ordem. São 12 vencedores de Prêmio Nobel em menos de 70 anos de existência.

6. Os valores de Israel são os meus valores: diversidade, liberdade, democracia. Eu me identifico com isso.

7. Há um abismo entre Israel e os seus vizinhos em termos de liberdades individuais, respeito à mulher e direitos humanos.

8. Há um ódio irracional, incompreensível contra Israel e os judeus de modo geral. Eles são seres humanos, como os americanos, os alemães, os brasileiros, os árabes. Merecem respeito, sobrevivência e têm direito à defesa.





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