Globo critica lei da Rússia e sugere que não há problemas em crianças verem beijo gay

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Globo critica lei da Rússia e sugere que não há problemas em crianças verem beijo gay

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A Copa do Mundo na Rússia tem gerado repercussão internacional, não somente pelas surpresas a cada jogo, mas também devido a algumas leis do país sobre conduta em comportamento, sobretudo em público. Uma delas é uma legislação que proibe manifestações de homossexuais em público, como por exemplo, o beijo gay.

Na semana passada, a apresentadora Fátima Bernardes comentou a lei com a apresentadora Fernanda Gentil e o tom foi claramente de crítica à lei.

“Cerca de 60 000 brasileiros compraram ingressos para ir a Rússia. O governo brasileiro acabou lançando um guia consular do torcedor brasileiro com várias recomendações de comportamento, porque existem muitas diferenças culturais”, disse Fátima.

Após essa introdução, Fátima Bernardes não conteve sua militância e abriu uma janela em favor da agenda que a rede Globo já vem apoiando há tempos.

“Desde 1993 não é crime um relacionamento com pessoas do mesmo sexo, mas existe outra lei de 2003 que diz que você também não pode fazer propaganda disso, ou seja, no fundo é uma proibição a manifestações públicas de afeto, de carinho”, acrescentou.

A repórter Fernanda Gentil, então, falou sobre as regras russas, completando o tom “sutil” de crítica à lei.

“Fátima, é mais ou menos assim: cada casa tem uma regra. Você não chega na casa da pessoa e vai se comportar de qualquer maneira. Você pergunta se tem que tirar o sapato para pisar na sala, se pode abrir a geladeira. Então aqui é a regra deles, sim. Eu vou até ler a lei aqui, que não é muito clara”, disse a jornalista, revelando também que a multa para quem descumprir a lei sobre o beijo gay pode ir de 200 a 4.000 reais. “O que eles julgam? Que menores de idade não podem ver pessoas do mesmo sexo fazendo carinho uma na outra”.

Contextualização
A reação de Fátima Bernardes e Fernanda Gentil à lei russa não surpreende – já que esta é a agenda do conglomerado de comunicação que vem defendendo valores cada vez mais distorcidos – porém não deve deixar de soar como um alarme aos telespectadores.

O tom do comentário das jornalistas sobre a intenção de resguardar menores de idade, tentando impedir que presenciem uma cena mais particular entre homossexuais – como no caso de um beijo ou carícias – só vem manter um tipo de opinião que também apoia o desenvolvimento da homossexualidade e do caráter transgênero entre crianças ou até mesmo que não vê problemas no fato de crianças tocarem o corpo de um homem nu e ter essa cena exposta a outras pessoas.

O choque da rede Globo com relação a esta lei simplesmente mostra a contradição de toda a agenda esquerdista apoiada pela emissora no Brasil, já que a Rússia, uma nação originariamente socialista, considerou a homossexualidade como um crime durante décadas e hoje, apenas proibe as manifestações públicas de afeto entre homossexuais.

 

 





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