
Apesar de não haver, no momento, nenhuma campanha específica de reforço da imunização contra a doença, o órgão frisa a importância de manter a vacinação das crianças em dia. “Na Paraíba é onde temos mais casos confirmados e suspeitas.
Apesar de não haver, no momento, nenhuma campanha específica de reforço da imunização contra a doença, o órgão frisa a importância de manter a vacinação das crianças em dia. “Na Paraíba é onde temos mais casos confirmados e suspeitas. É por isso que estamos reforçando a vacina, para não ter perigo do Sarampo chegar até aqui”, explica a gerente de Vigilância Epidemiológica e Imunização, Ana Luiza Grisoto. “Se fizermos um reforço aqui no DF, as chaces de sermos contagiados pela a doença é menor”, completou.
Caso os pais tenham alguma dúvida a respeito da criança ter tomado ou não a vacina, ele pode levar a caderneta de vacinação até um dos postos de saúde da rede pública para ser orientado. A Triplice Viral é uma vacina de rotina, não existe uma campanha especifica e também contém substâncias que combatem, além do Sarampo, a Rubéola e a Caxumba.
No DF, a cobertura de total de crianças com até 1 ano é de 90%, segundo dados registrados pela Secretaria de Saúde, até o último mês. Pelas estimativas da Vigilância Epidemiológica e Imunização existem, pelos menos, oito mil crianças com o cartão desatualizado. O adultos que nunca tomaram a vacina podem levar o seu cartão até uma sala de vacina mais próximo e tomar a dose. Geralmente, a primeira dose da vacina é recebida no primeiro ano de vida, sendo que a segunda e última dose, entre quatro a seis anos de idade.
Sintomas
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa. O mal é transmitido por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, espirrar, falar ou respirar. O período de incubação é de 10 dias, em geral, e o período de transmissibilidade é de quatro a seis dias.
Os sintomas da doença são febre alta, tosse, coriza e conjuntivite. Depois de dois a quatro dias também costuma surgir vermelhidão na pele. As complicações mais frequentes são encefalite, otites e gastroenterites, entre outras.
No Distrito Federal, em 1999, foram confirmados os últimos casos de sarampo, onze no total. Desde então, todos os casos suspeitos foram descartados.
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