Crianças recrutadas por guerrilheiros estão sendo impactadas com o Evangelho, na Colômbia

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Crianças recrutadas por guerrilheiros estão sendo impactadas com o Evangelho, na Colômbia

<span style="font-weight: 400">Na Col&ocirc;mbia, grupos guerrilheiros recrutam crian&ccedil;as para que elas se tornem verdadeiras m&aacute;quinas de morte. A doutrina&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a cedo, elas s&atilde;o ensinadas a dar cabo da vida. Muitos pais acreditam que elas podem ter um futuro melhor. Aos pequenos, &eacute; prometido dinheiro e poder.</span>

Os guerrilheiros enganam as crianças, e às vezes até as obrigam a juntar-se a eles. Vale ressaltar que tão abordagem acontece em um ambiente onde a pobreza e a falta de oportunidades predominam.

Felipe quase se tornou um dos guerrilheiros. A ele também foi prometido um futuro bastante promissor. Hoje, o garoto de 16 anos vive em um dos abrigos para crianças da Portas Abertas na Colômbia.

Ele foi enviado para lá pelos seus pais, juntamente com seu irmão Fabián. Os pais do garoto sabiam que ele corria grande risco de recrutamento forçado pelos por grupos armados ilegais. Antônio e Marina, são pastores em uma zona de conflito.

A ação dos missionários não é fácil. Eles recebem crianças nos abrigos para que elas não sejam doutrinadas pelos guerrilheiros e possam ter um futuro melhor. Muitas delas já foram “contaminadas” com as ideologias do grupo violento. O objetivo dos missionários é mostrar que o “futuro melhor” que elas teriam não vale a pena.

O pai, sabe muito bem como proteger o filho. Seu passado o ensinou a permanecer longe do perigo. Antes de se converter, Antônio trabalhava com cocaína, batia na esposa e nos filhos e bebia constantemente.

“Mas Jesus veio à minha vida e eu tomei a decisão de mudar”, diz o pai. Mas, foi quando ele tomou a decisão de seguir a Cristo que a perseguição teve início na sua vida e no dia a dia de sua família.

No começo do ministério pastoral, cinco anos após a conversão, Antônio começou a pastorear uma igreja que tinha sido fechada dois anos antes, e sabia que corria o risco de ser morto pelas guerrilhas.

“Eu sabia que Deus tinha me enviado para lá e se meu destino fosse morrer por Cristo, eu morreria fazendo sua vontade”, disse ele. Sabe-se que desde então, vários grupos guerrilheiros ainda controlam a região por meio dos ataques violentos.

Apesar disso, há uma forte resistência da parte dos cristãos e de pastores como Antônio e Marina. A Igreja Perseguida da Colômbia sobrevive e se fortalece para poder encarar os desafios.

O garoto Felipe é testemunha viva do trabalho e exemplo dos pais. No centro da Portas Abertas, ele recebeu apoio acadêmico e pastoral. Lá, ele sentiu que deveria ser missionário em um dos lugares mais perigosos do mundo para se evangelizar, a Coreia do Norte.

Hoje, Felipe pode contar uma história diferente e contar com um futuro diferente, graças a ação dos missionários que se dedicam a resgatar crianças desse cenário caótico. A Portas Abertas pede aos cristãos ao redor do mundo que ore pelas crianças em situação de risco, especialmente, na Colômbia.





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