Jogadora deixou seleção dos EUA, após time apoiar o 'orgulho gay': "Obedeci a Deus"

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Jogadora deixou seleção dos EUA, após time apoiar o 'orgulho gay': "Obedeci a Deus"

A jogadora crist&atilde; de futebol, Jaelene Hinkle, confirmou que se retirou da Sele&ccedil;&atilde;o Feminina dos Estados Unidos no ano passado para "ser obediente" a Deus, depois que a equipe anunciou que usaria camisas com apoio ao <span style="color: #993300"><strong><a style="color: #993300" href="https://guiame.com.br/gospel/mundo-cristao/aprovacao-do-casamento-gay-levar-perseguicao-religiosa-nos-eua-segundo-franklin-graham.html">orgulho LGBT</a></strong></span> em partidas internacionais.

Conforme relatado em junho do ano passado, Hinkle, então com 24 anos de idade, retirou-se da seleção dos EUA por “motivos pessoais”, depois que ela foi convocada para participar de jogos internacionais contra a Suécia e a Noruega.

Sua saída ocorreu duas semanas após o anúncio de que tanto as equipes masculinas quanto femininas dos Estados Unidos usariam camisas coloridas do arco-íris em apoio ao mês do orgulho LGBT.

Foi especulado na época que a atleta da Carolina do Norte se retirou da equipe por causa de sua fé cristã e convicções sobre questões de sexualidade e casamento.

Em uma entrevista na última quarta-feira, ao “The 700 Club”, da Christian Broadcasting Network, ela revelou que sua decisão de não jogar pelo time veio depois de dias de busca de orientação de Deus.

“Eu me senti tão convencida em meu espírito que não era para eu usar aquela camisa”, disse Hinkle. “Eu me dei três dias para apenas buscar a Deus, orar e entender o que Ele estava me pedindo para fazer nesta situação. Eu sabia que no meu espírito eu estava fazendo a coisa certa. Eu escolhi obedecer a Deus”

Hinkle explicou que era quase como uma “experiência fora do corpo” quando foi convidada para jogar pela seleção feminina e disse que estava empolgada para usar o emblema da bandeira dos EUA no peito.

Mas depois que foi anunciado que a camisa da equipe foi projetada para homenagear a comunidade LGBT, ela sabia que tinha uma decisão difícil a tomar: perseguir seu sonho ou obedecer a seu Deus e manter convicções.

“Eu estou essencialmente desistindo do sonho que o sonho da menina tem sobre toda a sua vida e estou dizendo não para [isso]”, explicou ela. “Foi muito decepcionante.”

No entanto, ela assegurou que uma “paz” interna “superou a decepção”.

“Eu sabia que no meu espírito eu estava fazendo a coisa certa”, disse Hinkle. “Eu sabia que estava sendo obediente, mas só porque você é obediente não torna isso fácil”.

Hinkle ressaltou que, apesar da decepção, ela não questiona o plano de Deus para sua vida.

“Eu não questiono a bondade Dele. Sei que Ele é bom. Sei que Ele é fiel. Se eu não conseguir que uma equipe nacional me convoque novamente, isso faz parte do plano Dele e está tudo bem”, disse ela. “Talvez fosse por isso que eu deveria jogar futebol”.

Hinkle foi criada em um lar cristão no Colorado e entregou sua vida a Cristo aos 12 anos, segundo a CBN. Na entrevista com a CBN, ela contou as dificuldades que teve na escola, no Texas Tech e na manutenção de uma vida saudável na igreja.

Hinkle não tem medo de deixar sua voz ser ouvida em questões relativas ao casamento e à sexualidade.

Em junho de 2015, no dia em que a Suprema Corte dos EUA decidiu tornar o casamento entre pessoas do mesmo sexo um direito nacional, Hinkle compartilhou um post em sua página no Instagram em que ela converteu uma bandeira da igualdade dos direitos humanos em uma cruz.

“Jesus não veio para salvar aqueles que já acreditavam Nele. Ele veio para que os homens e mulheres perdidos, rejeitados e abandonados O encontrassem e cressem”, escreveu ela. “Acredito que, com cada fibra do meu corpo que o que foi escrito 2.000 anos atrás na Bíblia é, sem dúvida, verdadeiro. Não é um livro fictício. Ou você acredita, ou não acredita. Este mundo pode mudar, mas Cristo e Sua Palavra nunca irão mudar”.

 





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